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Quem foi professor nunca perde a criatividade. Nem o interesse pela cultura.

 

Márcio da Silva Ezequiel é assim, inquieto, sempre inventando algum projeto. O Analista Tributário está na Receita Federal desde 2001, tendo atuado na IRF-Chuí, IRF Porto Alegre e atualmente encontra-se em exercício na DRF Pelotas, onde chefia a Seção de Programação e Logística.

 

Tem buscado agregar ao seu trabalho os conhecimentos que traz de sua formação acadêmica. Com Mestrado em História pela UFRGS, lecionou por um período, chegando a trabalhar FURG – Fundação Universidade Federal de Rio Grande. Ao ingressar na Receita, entretanto, não tardou a ter o entusiasmo voltado para a história da repartição. Atuando na área de logística da IRFPOA, conduziu, em paralelo, pesquisa histórica sobre a unidade, o que lhe rendeu em 2006 o prêmio Desempenho Funcional.

 

Em 2007 publicou os resultados no livro “Alfândega de Porto Alegre: 200 anos de História”. Distribuiu gratuitamente dois mil exemplares da obra a pesquisadores, bibliotecas e interessados (você pode baixar o trabalho aqui). Divulgou assim as origens da unidade que deu nome à principal praça da capital gaúcha. O resgate de sua história ainda era uma lacuna na historiografia local. 

Colaborou com textos e fotografias, além de indicar o empréstimo de mobília antiga da Inspetoria de Porto Alegre, na organização de exposição de 200 anos do Ministério da Fazenda. A montagem foi afixada no saguão da Superintendência da 10RF em setembro de 2008 pela GRA/RS.

 

Foi um dos idealizadores do projeto Alquimia (clique aqui para saber mais), cooperando com o Ministério Público do RS que tocou a ideia de transformar máquinas eletrônicas programáveis (caça níqueis) em computadores para inclusão digital em telecentros e escolas. Desde 2007 a RFB destinou milhares de máquinas ao projeto, baixando seus estoques em depósito. 

 

Márcio Ezequiel tem também se dedicado à literatura com textos de narrativa breve (contos, minicontos e crônicas), tendo colaborado em diversas publicações, sendo premiado duas vezes no Concurso “Histórias de Trabalho”, da Prefeitura de Porto Alegre. Em 2008 integrou coletânea organizada pelo escritor Charles Kiefer com um conto natalino que teve enredo baseado em situação de trabalho na aduana do Chuí (leia aqui).

 

Em crônica recente ao jornal Diário Popular de Pelotas (clique aqui para ler) fez análise da construção do herói Tiradentes pela historiografia republicana, relacionando com a história tributária.

 

Sua mais recente idealização é o Concurso “Histórias de Trabalho da Receita Federal”, projeto apresentado à Coordenação de Educação Fiscal e Memória, em Brasília, que aprovou sua implementação e em breve estará divulgando o regulamento do prêmio. Serão coletados depoimentos, relatos e fotografias enviados por funcionários da RFB.

 

O objetivo de fundo do concurso é recompor o acervo histórico da RFB, envolvendo servidores de todo o Brasil no resgate e conservação de sua história. Márcio também está trabalhando na remodelação do site da Memória da Receita Federal, sob a orientação da Divisão de Memória Institucional.     

É isso aí, pessoal!

Os talentos da Receita estão aparecendo!

Não se acanhe. Mostre o seu lado artístico.

Encaminhe fotos, textos, músicas, trabalhos e idéias para nós. Por notes, para Patrícia Silva Fagundes ou telefone para (51) 3455 2512/2514.

Esperamos por você!