1º dia de AGN: eleição da mesa diretora e avaliação de conjuntura

 

A Mesa Diretora que conduzirá os trabalhos da XIII AGN foi aprovada por 120 votos favoráveis

 

A XIII Assembleia Geral Nacional (AGN) iniciou na tarde deste sábado, dia 1º de setembro, com a eleição da mesa que conduzirá os trabalhos até o dia 5. A chapa inscrita foi aprovada por 120 votos favoráveis, nenhum contrário e nenhuma abstenção. Desta forma, a Mesa Diretora seguirá com a seguinte composição: presidente Gerônimo Luiz Sartori, do Rio Grande do Sul; vice-presidente Antônio Geraldo de Oliveira Seixas, da Paraíba; secretário geral Walter Koga, de São Paulo; 1º secretário Tarcísio Luiz Matos de Almeida, da Bahia; 2º secretário Valdir Rodrigues de Oliveira, do Paraná; 3º secretário Dorázio Cardoso da Silva, do Tocantins; 1º suplente Luiz Roberto Santos Leal, do Paraná; 2º suplente Agenor Pauliner Vilela, do Goiás; 3º suplente Marcos Antônio Aguiar Lopes, do Piauí; 4º suplente Vasco de Andrade Fagundes, do Rio Grande do Norte; e 5º suplente João Matias Santana Guilhon, do Maranhão.

Avaliação de Conjuntura

A presidenta Sílvia Felismino falou sobre a rejeição da categoria à proposta apresentada pelo governo de reajuste de 15,8% e destacou que o momento é de construir as estratégias para a reestruturação salarial dos Analistas-Tributários. “Salário é bandeira de luta. Estamos aqui para aprender com os nossos próprios erros, com nosso passado, com nosso presente e para vislumbrar um futuro melhor para todos nós. Na minha opinião, deliberação de base é igual decisão judicial, não se discute, se cumpre, assunto encerrado”, disse.

“É na união que vamos conseguir construir o caminho a ser trabalhado”, disse a presidenta do Sindireceita, em sua análise de conjuntura, cumprindo ao primeiro item da pauta prevista. Em seu discurso sobre os principais pontos referentes à negociação salarial, Sílvia Felismino também falou sobre a política do governo e ainda sobre o cenário atual. “Nunca vi nenhum governo nesse país que tivesse como prioridade o servidor público e é por este motivo que precisamos nos unir e colocar a coletividade acima do individual. O governo teve uma continuidade, mas com uma postura técnica e de gestão administrativa mais apurada. Todos sabem que o cenário atual é delicado e que o governo tem se utilizado disso, destacou Sílvia Felismino.

Além disso, a presidenta do Sindireceita informou aos participantes da XIII AGN que, ao contrário de boatos que circularam, nenhuma categoria obteve tratamento diferenciado.

A presidenta do Sindireceita afirmou ainda que o desejo da base e da diretoria é de construção de um caminho de unidade e que a luta por reestruturação salarial e atribuições serão sempre prioridades e andam lado a lado. “Estamos pavimentando o caminho, mas para isso precisamos ter foco em nossos objetivos. Precisamos do reconhecimento e fortalecimento do nosso cargo que passa obrigatoriamente pelas atividades que desempenhamos. O momento, apesar de adverso, é propicio para trilharmos nossa jornada. É uma longa luta que não será imediata, mas nós temos condições, temos capacidade”, finalizou.

 

Os participantes que estiveram presentes nos processos de busca pela reestruturação salarial fizeram seus relatos entre, eles o diretor de Estudos Técnicos Alcione Policarpo que destacou suas percepções

 

As percepções, análises e relatos referentes às mobilizações dos Analistas-Tributários, às estratégias adotadas pela Diretoria Executiva Nacional (DEN) e o Comando de Mobilização Nacional (CMN), à negociação salaria, às inúmeras reuniões realizadas entre o Sindireceita e o governo e problemas e dificuldades enfrentados naquela ocasião, foram assuntos discorridos por alguns participantes que estiveram presentes nos processos de negociação pela reestruturação salarial, entre eles: Rosilene Fernandes, Jorge Moreira, Sérgio de Castro, Odair Ambrósio, Luiz Nunes, Alcione Policarpo, Gerônimo Sartori , entre outro.

Os delegados sindicais presentes também foram convidados a relatar o processo de mobilização em seus respectivos Estados e as percepções quanto aos rumos da negociação salarial. A avaliação de conjuntura foi feita por representantes dos Estados: Amapá; Bahia; Ceará; Goiás; Minas Gerais; Mato Grosso do Sul e Pará.

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